
O que é vocação? A palavra tem um sentido muito amplo.
Em termos profissionais, esta é uma pergunta que todos os jovens tentam responder, para si mesmos, quando estão cursando o 2° grau ou quando já estão na faculdade. A vocação não é simplesmente uma escolha. Temos, sim, talentos, aptidões e habilidades que vão direcionar para determinada missão ou atividade e assim, nós nos encaixaremos ou não, onde houver necessidade. Tentar descobrir nossa vocação sem antes conhecer nossas aptidões, nossos dons naturais, é "atirar no escuro".
Nenhum ''átomo'' do mundo surge por acaso, ou seja, nada existe no mundo sem um plano divino. Quando recebemos a chave dos sacramentos, o Batismo, nos é dado uma vocação importantíssima: a Santidade. Essa é a vocação de todos os cristãos. Deus deseja que sejamos construtores e aperfeiçoadores de suas obras. Por isso, nos competem também outras vocações.
Muitos pensam que a palavra vocação se relaciona intimamente com a palavra sacerdócio. Isso não é verdade. A vocação engloba também o matrimônio e as vidas religiosas (freiras, leigos consagrados, missionários, catequistas, etc.). A vida religiosa é uma escolha de muitos, que preferem viver um total desapego às coisas materiais, voltando-se ao serviço de Deus. Deus chama também muitos homens a seguir o sacerdócio, ou seja, a viver também em espírito de fraternidade e a serviço a Deus (padres religiosos e diocesanos). Ele chama também muitos a seguirem a vocação familiar, ou seja, a construir uma família cristã, com pensamentos retos e voltados ao Senhor Jesus Cristo. Muitos pensam que é fácil seguir esse sacramento, no entanto, não sabem a seriedade e as dificuldades do mesmo.
Individualmente você tem um chamado. Aliás, vários chamados. É chamado a viver, a participar no processo da criação, a conviver, a atingir sua perfeição de criatura (que a Igreja define como santidade). E, no processo de atingir sua perfeição e participar da obra de Deus, é chamado a várias atitudes ou estados de vida: pode ser chamado ao casamento, à vida religiosa, ao celibato, a uma profissão determinada e até, em certos casos, a algum modo heróico de viver. Sua vocação exige, portanto, uma relação inteligente de criatura para Criador. Se Ele quer de você uma resposta específica e você sente que quer dar essa resposta, pode ter certeza de que seu chamado não é artificial nem fruto do acaso.
Cada servo de Deus vive sua vocação cristã dentro de um estado de vida e dentro de uma profissão. Assim, dentro de um estado de vida, temos a vocação de pai, de mãe e de solteiro. E, dentro de uma profissão, temos a vocação de agricultor, de pescador, de comerciante e outras... Sim, dentro da igreja, cada cristão tem a obrigação de realizar uma tarefa especial. Sempre que esta tarefa é feita com carinho e amor, o cristão esta realizando a sua vocação pessoal.
Sabemos que a Igreja somos nós. Por isso, se cada um vive bem a sua vocação pessoal, a igreja realiza sua vocação universal, isto é, faz com que todos os homens se salvem em Cristo, vivendo o amor a Deus e ao próximo. Jesus quer que a Igreja brilhe como a grande servidora da humanidade. Ele mesmo, o grande Vocacionado, vindo a este mundo, proclamou: "O filho de Deus não veio para ser servido, mas para servir" (Mc 10,45).
Ninguém pode e nem deve escolher por você a sua profissão ou o seu caminho. Se quer mesmo ser músico, padre, artista, religiosa, medico, é seu direito. Não dá certo ser o que você não quer ser, só para agradar pai ou mãe. Mas também não dá certo ser o que quer sem ter aptidão para isso. Para acertarmos bem na escolha de nossa vocação, devemos pedir as luzes do Espírito Santo.
Em termos profissionais, esta é uma pergunta que todos os jovens tentam responder, para si mesmos, quando estão cursando o 2° grau ou quando já estão na faculdade. A vocação não é simplesmente uma escolha. Temos, sim, talentos, aptidões e habilidades que vão direcionar para determinada missão ou atividade e assim, nós nos encaixaremos ou não, onde houver necessidade. Tentar descobrir nossa vocação sem antes conhecer nossas aptidões, nossos dons naturais, é "atirar no escuro".
Nenhum ''átomo'' do mundo surge por acaso, ou seja, nada existe no mundo sem um plano divino. Quando recebemos a chave dos sacramentos, o Batismo, nos é dado uma vocação importantíssima: a Santidade. Essa é a vocação de todos os cristãos. Deus deseja que sejamos construtores e aperfeiçoadores de suas obras. Por isso, nos competem também outras vocações.
Muitos pensam que a palavra vocação se relaciona intimamente com a palavra sacerdócio. Isso não é verdade. A vocação engloba também o matrimônio e as vidas religiosas (freiras, leigos consagrados, missionários, catequistas, etc.). A vida religiosa é uma escolha de muitos, que preferem viver um total desapego às coisas materiais, voltando-se ao serviço de Deus. Deus chama também muitos homens a seguir o sacerdócio, ou seja, a viver também em espírito de fraternidade e a serviço a Deus (padres religiosos e diocesanos). Ele chama também muitos a seguirem a vocação familiar, ou seja, a construir uma família cristã, com pensamentos retos e voltados ao Senhor Jesus Cristo. Muitos pensam que é fácil seguir esse sacramento, no entanto, não sabem a seriedade e as dificuldades do mesmo.
Individualmente você tem um chamado. Aliás, vários chamados. É chamado a viver, a participar no processo da criação, a conviver, a atingir sua perfeição de criatura (que a Igreja define como santidade). E, no processo de atingir sua perfeição e participar da obra de Deus, é chamado a várias atitudes ou estados de vida: pode ser chamado ao casamento, à vida religiosa, ao celibato, a uma profissão determinada e até, em certos casos, a algum modo heróico de viver. Sua vocação exige, portanto, uma relação inteligente de criatura para Criador. Se Ele quer de você uma resposta específica e você sente que quer dar essa resposta, pode ter certeza de que seu chamado não é artificial nem fruto do acaso.
Cada servo de Deus vive sua vocação cristã dentro de um estado de vida e dentro de uma profissão. Assim, dentro de um estado de vida, temos a vocação de pai, de mãe e de solteiro. E, dentro de uma profissão, temos a vocação de agricultor, de pescador, de comerciante e outras... Sim, dentro da igreja, cada cristão tem a obrigação de realizar uma tarefa especial. Sempre que esta tarefa é feita com carinho e amor, o cristão esta realizando a sua vocação pessoal.
Sabemos que a Igreja somos nós. Por isso, se cada um vive bem a sua vocação pessoal, a igreja realiza sua vocação universal, isto é, faz com que todos os homens se salvem em Cristo, vivendo o amor a Deus e ao próximo. Jesus quer que a Igreja brilhe como a grande servidora da humanidade. Ele mesmo, o grande Vocacionado, vindo a este mundo, proclamou: "O filho de Deus não veio para ser servido, mas para servir" (Mc 10,45).
Ninguém pode e nem deve escolher por você a sua profissão ou o seu caminho. Se quer mesmo ser músico, padre, artista, religiosa, medico, é seu direito. Não dá certo ser o que você não quer ser, só para agradar pai ou mãe. Mas também não dá certo ser o que quer sem ter aptidão para isso. Para acertarmos bem na escolha de nossa vocação, devemos pedir as luzes do Espírito Santo.
Fonte: Paróquia Dom Bosco - Núcleo Bandeirante
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